Relatos sobre práticas abusivas nas praias brasileiras, de cobranças indevidas a preços altíssimos, repercutiram nas últimas semanas.
Um levantamento do g1 mostra que as regras para uso de guarda-sóis e cadeiras, reserva de espaço na areia e definição de preços variam conforme o local. Foram analisadas as legislações de 24 municípios com praias.
No entanto, a exigência de consumação mínima nas praias é proibida em todo o país, por configurar prática abusiva e possível venda casada.
O tema ganhou projeção nacional após o caso registrado em Porto de Galinhas, em Pernambuco, onde um casal de turistas foi agredido por barraqueiros após se recusar a pagar um valor maior pelo uso de cadeiras de praia.
