Na última semana, a Justiça brasileira decidiu que o rapper L7NNON poderia continuar usando seu nome artístico, mesmo após os questionamentos feitos por herdeiros de John Lennon e uma proibição inicial do uso do nome pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI).
A conquista do rapper acontece cinco anos após o artista entrar com um pedido de registro da marca L7NNON e é celebrada por sua defesa como “um caso inovador e sem precedentes quando se trata de Direito Marcário”, setor que cuida da proteção legal de marcas registradas.
O escritório de advocacia Belinger, responsável por L7NNON entrou com um processo para registro da marca no INPI em abril de 2021. O pedido foi recusado pelo instituto sob alegação de que o registro era muito parecido com a marca “Lennon”, registrada anteriormente por Yoko Ono Lennon.
Novamente, a Belinger refutou os argumentos de Yoko, mas a Justiça determinou a manutenção do indeferimento do INPI em outubro de 2025.
