Imagine que você acaba de aterrissar depois de um voo de 18 horas.
Bocejando e com os olhos vermelhos, você se prepara para enfrentar as habituais dificuldades que encontramos nos aeroportos: a caminhada até a imigração, as filas que não andam e a quase infinita espera pela liberação da bagagem.
Lá, você encontra um cinema grátis aberto 24 horas por dia, sete dias por semana, um jardim de borboletas e a cachoeira em ambiente interno mais alta do mundo. Você pode até andar sobre um tanque de vidro para criação de peixes, com uma tela no teto que imita digitalmente o clima do lado externo.
Mas o que é necessário para que as viagens aéreas modernas possam fluir tão bem? E como Singapura consegue atingir este nível, enquanto seus concorrentes enfrentam tantas dificuldades?
