Depois da colheita da soja, o produtor precisa decidir rapidamente o que fazer com a terra. No noroeste paulista, a aposta tem sido o sorgo uma cultura mais econômica e também mais resistente às variações do clima.
Em uma propriedade de Brejo Alegre (SP), a lavoura ainda está no início. Com pouco mais de um palmo de altura, o sorgo começa a ganhar espaço no campo. O produtor Odair Albano plantou há cerca de 25 dias e vê na cultura uma alternativa viável diante das dificuldades hídricas e climáticas da região.
Já em Mirandópolis (SP), a paisagem muda. Em meio às áreas de cana-de-açúcar, uma lavoura de sorgo ocupa cerca de 900 hectares plantados ainda em novembro, durante a safra de verão. Agora, chegou a hora da colheita.
No fim do ciclo, é no grão que o produtor vê o resultado de meses de trabalho. E, diante das condições atuais, o sorgo tem se mostrado uma alternativa segura e cada vez mais presente no campo.
